Bloco Carnavalesco Telegrama Carnavalesco Baile de Carnaval

Telegrama Carnavalesco

Personagens tradicionais do Carnaval: Pierrot, Colombina, Rei Momo… vão aprontar todas na sua festa.

Com uma caixa de som e microfone, tocando os grandes sucessos do carnaval, eles circulam por todos os setores da empresa ou da festa contagiando seus colaboradores ou convidados com muitas brincadeiras, coreografias, e ainda aproveitam para passar mensagens de prevenção.

Telegrama Carnavalesco passará o recado que desejar:

- não dirigir depois de ingerir bebidas alcoólicas

-  não deixar de usar camisinha

- cuidados nas praias e cachoeiras

- entre outras dicas.

Atores profissionais interagem com o público com muita animação e respeito.

Algumas histórias da empresa podem ser passadas previamente para que os atores roteirizem uma visita cheia de recordações divertidas sobre outros carnavais passados, deixando o Telegrama mais pessoal e participativo.

carnaval 2017

Animação, Interação e Comprometimento Social

Nossa Consultoria Bafafá pode criar o Telegrama Carnavalesco de acordo com as suas necessidades, deixando a ação afinada com seus conceitos e diretrizes.

Peça um orçamento: contrato@ciadobafafa.com.br

bailes-de-carnaval

Curiosidades

A moda das máscaras e dos cortejos de rua iniciou-se durante o Renascimento, na Itália dos séculos XV e XVI. Incomparável, em relação a todos os outros, era o Carnaval de Veneza. Um Carnaval que é hoje sinónimo de charme e de classe, mas que na época significava libertinagem sem limites. No resto da Europa, a quadra também se comemorava, mas de forma mais pobre e mais espontânea.
Em Portugal, uma das épocas de maior projecção do Carnaval ocorreu durante o reinado de D. João V, no qual o ouro proveniente do Brasil lhe conferia características palacianas e marcadas por um enorme luxo.
Desde o século XVI, pelo menos, que existem referências a certas brincadeiras que se faziam nesta época, como lançar fardos ou «jugando as farelhadas». A espontaneidade, desorganização e até violência marcavam esses dias, de tal forma que, nos inícios do século XVII, D. Filipe III viu-se obrigado a proibir as «laranjadas e brigas de Entrudo».
Em 1608, a Igreja Católica, sem qualquer resultado, introduziu o «jubileu das quarenta horas», uma tentativa de acabar com os festejos carnavalescos, desviando a população para missas e riquíssimas procissões. Foi com o advento do liberalismo que o Carnaval ganhou um novo estatuto, surgindo com uma forte carga de crítica social, simbolizada no «xexé», máscara que caricaturava os miguelistas.